Onde encontramos economia recorrente com mais frequência em diagnósticos de infraestrutura e contratos.
Corte linear de orçamento reduz custo e capacidade na mesma proporção. Um diagnóstico bem feito busca o desperdício específico, que quase sempre está concentrado em poucas frentes.
A primeira é licenciamento: usuários inativos, edições acima da necessidade e módulos contratados que nunca entraram em produção. A segunda é nuvem, onde rightsizing e desligamento de ambientes fora do horário comercial costumam gerar ganho imediato.
A terceira frente são os contratos renovados automaticamente, sem comparação de mercado. A quarta é a duplicidade de ferramentas com a mesma função em áreas diferentes. A quinta é o custo de incidentes: cada parada evitada é dinheiro que não sai do caixa.
Tratadas em conjunto e com governança contínua, essas frentes sustentam a economia ao longo do tempo em vez de gerar um ganho pontual que se perde no ano seguinte.
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